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11 abril 2016

Vestibular Cederj: graduação a distância em universidades públicas do Rio de Janeiro

Estão abertas as inscrições para o Vestibular Cederj 2016/2, que nesta 29ª edição oferece 7.159 vagas para 15 cursos de graduação a distância nas instituições públicas de ensino superior, que integram o Consórcio Cederj, da Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Cecierj). Os candidatos devem se inscrever até o dia 5 de maio, no site da instituição (www.cederj.edu.br/cederj/vestibular). O valor da taxa é de R$ 73.

No ato da inscrição o candidato deve optar pela localização do polo de ensino www.cederj.edu.br/vestibular/onde-estudar-no-cederj-2/e o curso de interesse. As provas serão realizadas no dia 04 de junho de 2016 e os candidatos aprovados iniciarão seu curso de graduação no segundo semestre letivo de 2016.

Os cursos oferecidos são: Administração (711), Administração Pública (400), Engenharia de Produção (400); Tecnólogos em: Gestão de Turismo (250), Segurança Pública (360) e Sistemas de Computação (529), e Licenciaturas em: Ciências Biológicas (871), Física (375), Geografia (240), História (250), Letras (300), Matemática (830), Pedagogia (1.040), Química (318) e Turismo (285).

"O vestibular do Cederj tem uma função social muito importante, pois abre uma grande oportunidade para que pessoas possam se qualificar. Muitas vezes, o fator presencial inviabiliza a realização do curso superior, principalmente no interior do nosso estado", ressalta o Secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Gustavo Tutuca. "A função do governo é criar estas possibilidades e oferecer instrumentos para que a população tenha acesso à educação e possa realizar seus sonhos", conclui Tutuca.

As vagas oferecidas para Tecnologia em Segurança Pública são destinadas somente a profissionais da ativa da Segurança Pública. Destas, 80% para Policiais Civis e Militares do Estado do Rio de Janeiro e as demais 20% a profissionais da ativa das seguintes categorias: Guardas Municipais, Agentes Penitenciários, Bombeiros, Policiais Rodoviários Federais, Policiais Federais, membros das Forças Armadas, Agentes Portuários e Policiais Civis e Militares de outros estados da federação.

“O Vestibular Cederj é a porta de entrada para o ensino público de qualidade e ao alcance de todos, é fator decisivo para  impulsionar o futuro profissional com sucesso”, enfatiza o presidente do Cederj, Carlos Bielschowsky.

Atualmente, os estudantes podem contar com 32 opções em polos regionais de ensino: Angra dos Reis, Barra do Piraí, Belford Roxo, de Bom Jesus do Itabapoana, Campo Grande, Cantagalo, Duque de Caxias, Itaguaí, Itaocara, Itaperuna, Macaé, Magé e Miguel Pereira. Além de Natividade, Niterói, Nova Friburgo, Nova Iguaçu, Paracambi, Petrópolis, Piraí, Resende, Rio Bonito, Rio das Flores, Rocinha, Santa Maria Madalena, São Fidélis, São Francisco de Itabapoana, São Gonçalo, São Pedro da Aldeia, Saquarema, Três Rios e Volta Redonda.

O Consórcio Cederj (formado pelo CEFET, UENF, UERJ, UFF, UFRJ, UFRRJ e UNIRIO) pertence à Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Cecierj), órgão vinculado à Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação que, atualmente, conta com mais de 40 mil alunos matriculados nos cursos de graduação a distância. 


Saiba mais sobre o aprendizado em EAD do Cederj

Por meio do modelo semipresencial de ensino, o Cederj proporciona ao aluno um ambiente virtual de aprendizagem e acesso aos tutores para apoio direto ao conteúdo das matérias. Os estudantes são incentivados a participar das atividades propostas e assistidos na metodologia de educação a distância (EAD), com ênfase na necessidade de se adquirir autonomia na aprendizagem. As avaliações presenciais ocorrem em datas e horários predeterminados. Quanto a eventuais dúvidas, os universitários também podem tirá-las por telefone (0800) ou pela internet.


Fonte: Consórsio Cederj / Centro de Educação Superior a Distância do Estado do RJ (CECIERJ)

15 outubro 2013

Carta de Abraham Lincoln ao professor de seu filho*

Homenagem aqueles que nos ensinam (ensinaram) conteúdos proveitosos nas escolas formais e da vida:

Caro professor,

Ele terá de aprender que nem todos os homens são justos, nem todos são verdadeiros, mas, por favor, diga-lhe que, para cada vilão, há um herói; que para cada egoísta, há também um líder dedicado; ensine-lhe, por favor, que para cada inimigo haverá também um amigo; ensine-lhe que mais vale uma moeda ganha que uma moeda encontrada; ensine-o a perder mas também a saber gozar da vitória.

Afaste-o da inveja e dê-lhe a conhecer a alegria profunda do sorriso silencioso.


Faça-o maravilhar-se com os livros, mas deixe-o também perder-se com os pássaros do céu, as flores do campo, os montes e os vales.

Nas brincadeiras com os amigos, explique-lhe que a derrota honrosa vale mais que a vitória vergonhosa; ensine-o a acreditar em si, mesmo se sozinho contra todos.

Ensine-o a ser gentil com os gentis e duro com os duros.

Ensine-o a nunca entrar no comboio simplesmente porque os outros também entraram.

Ensine-o a ouvir a todos, mas, na hora da verdade, a decidir sozinho;
ensine-o a rir quando estiver triste e explique-lhe que por vezes os homens também choram.

Ensine-o a ignorar as multidões que reclamam sangue e a lutar só contra todos, se ele achar que tem razão.

Trate-o bem, mas não o mime, pois só o teste do fogo faz o verdadeiro aço.

Deixe-o ter a coragem de ser impaciente e a paciência de ser corajoso.
Transmita-lhe uma fé sublime no Criador e fé também em si, pois só assim poderá ter fé nos homens.

Eu sei que estou pedindo muito, mas veja o que pode fazer, caro professor.


* Este decálogo não é de Abraham Lincoln. 
O fórum de um site estrangeiro traz o seguinte alerta: "Use o texto se assim o desejar. No entanto, não digo às pessoas que foi escrito por Abraham Lincoln, porque não é dele!" O Decálogo, cujo título original é "The ten cannots", "Os dez 'não se pode'", pertence ao reverendo William J.H. Boetcker, um presbiteriano norte-americano de origem alemã (1873-1962), que o publicou em 1916.  


Fontes: Rosangela Aliberti (Quiprocó da Onça) e pesquisadora Sonia Sampaio.