Seções

Mostrando postagens com marcador ciclofaixa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ciclofaixa. Mostrar todas as postagens

03 novembro 2020

Pedal Sonoro exibirá entrevistas com candidatos à Prefeitura de Niterói



O coletivo Pedal Sonoro, responsável pela campanha Mobilidade Sustentável nas Eleições em Niterói, começa a exibir hoje, às 19h30, quatro entrevistas com os candidatos à prefeitura da cidade.

As entrevistas têm como tema principal a mobilidade urbana, com destaque para os modos ativos e o transporte público. Realizadas entre 23 e 29 de outubro, as gravações com todos os candidatos cadastrados na campanha - Axel Grael (PDT), Felipe Peixoto (PSD), Flávio Serafini (PSOL) e Juliana Benicio (Novo) - serão exibidas conforme as datas no cartaz, acima.

As entrevistas com duração média de 42 min serão exibidas entre terça e sexta-feira, sempre às 19h30, na página do Facebook e no canal do Youtube do coletivo Pedal Sonoro (inscreva-se para assistir).

Os vídeos foram elaborados com perguntas comuns à candidata e aos candidatos. Um sorteio remoto, com a participação de assessores, definiu a ordem de exibição, garantindo igualdade de tratamento às candidaturas.



10 dezembro 2014

Ciclofaixa da Presidente Pedreira e rotas cicláveis das praias das Flechas e Icaraí

Embora a Prefeitura tenha erguido, na esquina da rua Dr. Nilo Peçanha com Av. Mirante da Boa Viagem, uma grande placa de propaganda da construção de ciclovias no início da atual gestão, os ciclistas que pedalam na ciclofaixa da Presidente Pedreira não têm uma alternativa segura de conexão com as praias da Flechas e Icaraí. Como a rua Dr. Nilo Peçanha tem sempre carros estacionados em duas das três pistas da via, os ciclistas têm apenas uma pista para compartilhar com os carros.

O coordenador do programa Niterói de Bicicleta, Argus Caruso comentou na II Plenária do Bicicletada Niterói - Massa Crítica, sobre a possibilidade de eliminar a ciclofaixa da rua Presidente Pedreira, após a implantação de segregadores em três ruas próximas:

- Herdamos essa ciclofaixa da gestão anterior. Implantaremos segregadores nas ruas Tiradentes, Lara Vilela e José Bonifácio, gerando uma conexão mais protegida entre Icaraí e o centro. Quando os segregadores estiverem instalados, acreditamos que o fluxo de ciclistas na Presidente Pedreira irá diminuir, pois irão preferir passar pela Tiradentes. Se isso de fato ocorrer, apagaremos a ciclofaixa naquele trecho que é realmente problemático. No local será implementada uma zona de traffic calm, permitindo o compartilhamento seguro entre carros, ônibus e bicicletas.

Como ainda não foi implantada, não podemos saber como ficará a Presidente Pedreira com a limitação de velocidade para 30 Km/h. No momento, pedalar por esta rua vindo da José Bonifácio e Professor Lara Vilela, para acessar a Pereira Nunes é o caminho mais seguro para se chegar em Icaraí pela Praia das Flechas.

Depois que os carros passaram a estacionar longitudinalmente em vagas no recuo da calçada da rua Presidente Pedreira, em frente ao prédio do lado da FAN, melhorou a trafegabilidade pela ciclofaixa, que é estreita, e por onde passa uma bicicleta por vez. Percebe-se, entretanto, que atualmente os ciclistas cruzam em sentidos opostos com razoável segurança e há um bom entendimento entre eles e, destes com os veículos motorizados, apesar de haver algum risco de se "tirar um fino".


Os dois pontos críticos da Presidente Pedreira, após a rua Pereira Nunes

No trecho entre as ruas Pereira Nunes e Francisco Pimentel existem dois pontos críticos. Primeiramente, as vagas em diagonal de um estacionamento localizado no recuo da calçada, em frente número 156, onde a traseira dos carros invadem metade das ciclofaixas. 

Depois da esquina da Pereira Nunes, há um ponto de ônibus. Ali os ciclistas devem vir devagar e dar preferência aos pedestres para não atropelar passageiros que embarcam/ desembarcam dos ônibus.

02 dezembro 2014

Flagrante de desrespeito à ciclofaixa e Grafiti de Farkas

Utilitário com "passe" da Câmara Municipal do Rio de Janeiro 
estacionado na ciclofaixa da rua Professor Lara Vilela (nov. 2014).

Quem é responsável pela punição de infrações do
Poder legislativo carioca em terras de Araribóia?


Grafiti de Guilherme Farkas, no muro em frente ao Iacs/UFF, na rua Prof. Lara Vilela:

21 novembro 2014

Monitoramento da ciclorrota e da ciclofaixa do Mirante da Boa Viagem

Dando sequência a série "Monitoramento de ciclofaixas", vamos abordar a da Av. Mirante da Boa Viagem. Mas, antes, precisamos entender a diferença entre as sinalizações horizontais conhecidas como ciclofaixa e ciclorotas.

O arquiteto Argus Caruso explica que ciclofaixa é uma faixa exclusiva para ciclos. Ciclorrotas é uma demarcação pintada no asfalto, simbolizada por duas setas na frente de uma bicicleta, para reforçar o compartilhamento da pista. "Digo reforçar porque, pelo Código de Trânsito Brasileiro, todas as vias já são compartilhadas e, inclusive, a bicicleta tem preferência sobre os veículos motorizados", frisa Argus, que é coordenador do programa Niterói de Bicicleta.

Observa-se naquela avenida, uma pista de mão dupla onde fica o Museu de Arte Contemporânea, que, de um lado há uma ciclofaixa (com cerca de 1,5 a 2 m, dependendo do trecho) e do outro, uma ciclorrota. Ainda que num dos trechos a ciclofaixa não comporte a passagem de duas bicicletas, em mão opostas, na maior parte isto é possível.

Argus informa que, em relação à ciclorrota (que ele julga desnecessária, em função da ciclofaixa existente do outro lado), foi pedido a NitTrans a sua retirada, solicitação não atendida até o momento.

13 novembro 2014

"Beijei a sarjeta"

O cicloativista e estudante de cinema da UFF, Guilherme Farkas relata como se acidentou, no dia 12/11, pedalando na ciclofaixa da rua Tiradentes.

"Acabei de sofrer meu primeiro acidente de bike em Niterói (relaxa galera, tô bem). Já tinha sofrido dois acidentes de bike em SP, nos idos de 2009. Na época foram duas portadas (quando você esta passando de bike e de repente abre-se magicamente uma porta de carro na sua frente e você é lançado metros de distancia como em um estiligue). Mas não foi o caso de hoje aqui em Niterói.


Guilherme Farkas
Vinha pedalando na ciclofaixa (isso, ciclofaixa, sem segregação física, só sinalização horizontal) da Rua Tiradentes (estrutura cicloviária que integra o dito “circuito universitário”), vindo da Pca. Cantareira sentido Ingá. Essa ciclofaixa é de duas mãos, tem sinalização assim e foi projetada dessa forma. Na ocasião eu pedalava na ciclofaixa no sentido oposto da circulação dos carros. Em frente a faculdade de economia da UFF, vinha vindo uma motocicleta invadindo parcialmente a ciclofaixa. Algo comum, o motoqueiro invadia uns 50 cm de ciclofaixa. Até ai tudo certo (tudo errado na verdade! A ciclofaixa não é para ser invadida nessas circustânticas. Mas como a prática é quase diária por ali, achei normal), ele estava vindo e eu o via, ia desviar sem grandes desafios técnicos. Porém não mais que de repente, um carro, parado atrás de um ônibus (aquele vermelho, o 47) que parava no ponto para o desembarque dos passageiros, decide ultrapassar o coletivo invadindo a ciclofaixa.

O motorista claramente me viu, mas como a ciclofaixa tem aproximadamente 2 m de largura, ele viu que dava para invadir a ciclofaixa mesmo com minha presença lá. O problema (e talvez a causa do acidente) foi que o bendito motorista que ia ultrapassar o ônibus pela ciclofaixa, não viu no seu espelho retrovisor que vinha o motociclista (sim aquele que eu falei no início!) e assim o fechou. 

O motorista que invadia a ciclofaixa fechou o motociclista que também invadia a ciclofaixa que por sua vez me fechou (e eu na ciclofaixa 'de bosss'). Porém a fechada do motorista no motociclista fez com que a moto invadisse ainda mais a ciclofaixa, diminuindo ainda mais o meu espaço. Não sobrou nada para mim além de beijar a sarjeta. Resultado, capotei e somente dei uma ralada no joelho. Nada de mais, a gravidade do acidente não é o assunto central aqui, e sim as circunstâncias. Se bem que capotar e cair no chão nunca é gostoso.


Me pergunto: caraca que coisa essa! Uma infraçãozinha aqui somada com outra infraçãozinha ali pode dar 'merda'. Motorista não leva essa ciclofaixa a sério. Motoristas não levam estruturas cicloviárias a sério. A sociedade não leva outras formas de transporte urbano a sério. Barca lotada, ônibus lotado, trem lotado, metrô lotado, ciclofaixa invadida, calçada invadida. Para que? Para que cada um possa sentar confortavelmente sozinho em seu automóvel com ar-condicionado ligado.

Os privilégios do espaço público urbano são entregues de bandeja aos automóveis. E que mal uso eles fazem, diga-se de passagem! Se destinar grandes áreas urbanas ao estacionamento de carros, alargamento de vias, construção de túneis e viadutos for a melhor ideia que temos em pleno 2014, que lixo! A barbárie da sociedade do automóvel reina sozinha. 

Massa, que morramos no caminho do automóvel se isso for escolher outra forma de transporte urbano. As ruas são para o amor, o carnaval, a festa e a alegria. Não aos automóveis!"


(Transcrito do Facebook de Guilherme Farkas, em 12/11/2014)

04 novembro 2014

UFF sedia a I Plenária do Bicicletada Niterói

Políticas públicas têm sido implementadas para incentivar o uso de bicicletas em metrópoles brasileiras. Niterói destaca-se nesse cenário, favorecida pela menor densidade populacional em relação às grandes metrópoles), e pelo empenho do atual governo municipal e estadual, com a expansão da malha de ciclovias e ciclofaixas, campanhas educativas, instalação de zonas de baixa velocidade e sinalização nas ruas. 

Não se deve perder de vista, entretanto, que ainda há várias questões por resolver: mais segurança e uma fiscalização continuada para que os motoristas e pedestres aprendam a conviver com ciclistas, em vias, exclusivas para bicicletas ou compartilhadas. 

Três pontos críticos afligem os que fazem uso de bicicleta na cidade: invasão das ciclofaixas por carros e ônibus, com vítimas, desrespeito ou ignorância às leis de trânsito e falta de bicicletários.

Se você quer uma Niterói cada vez mais servida por rotas cicláveis seguras e, de fato, transitáveis compareça nesta quarta-feira à I Plenária organizada pelo movimento Bicicletada Niterói - Massa Crítica, que vai acontecer amanhã, às 19 h, no bloco O do Campus Gragoatá (UFF)

Endereço: Av. Visconde do Rio Branco, s/número, entrada pela Praça Leoni Ramos (Cantareira), em São Domingos.

20 setembro 2013

Uma semana, vários caminhos

Prefeitura de Niterói realiza Semana da Mobilidade Urbana (21 a 28/9) e Dia Mundial Sem Carro (Domingo, 22)


A Semana da Mobilidade, que ocorre concomitante com o Dia Mundial Sem Carro, dará oportunidade para a população, diversos órgãos governamentais e iniciativas privadas de conhecer e debater sobre os diversos temas referentes à mobilidade na cidade de Niterói.

Com eventos em toda a cidade, terá sua base no Complexo do Teatro Popular, no início do Caminho Niemeyer (próximo à Peixaria). Nesta base ocorrerão diversas palestras, oficinas, debates e atividades recreativas e educativas.

Ao promover este evento, a Prefeitura de Niterói pretende contribuir para solucionar as questões de mobilidade que afligem as cidades em crescimento nas últimas décadas, através da conscientização sobre ações sustentáveis e campanhas educativas.

A Semana da Mobilidade abordará questões relativas à educação, planejamento e infraestrutura, além de esclarecer a respeito de estratégias para melhoria da qualidade de vida na cidade.


O evento visa:  
    ·   Sensibilizar a população e integralizar as esferas de governo;
·   Potencializar das atividades relacionadas à mobilidade, esporte e turismo; impulsionando os projetos em andamento;

·   Gerar a participação efetiva de setores ligados à sociedade civil no plano cicloviário da cidade, com espaços de debates, novos projetos, acessibilidade universal e a prática da Cidadania.


PROGRAMAÇÃO (1ª parte)

21/09 – SÁBADO - ABERTURA DA SEMANA DA MOBILIDADE

Campo de São Bento


9h às 10h: Apresentação - Dia nacional da luta das pessoas com deficiência
João Carvalho (Sec. Municipal de Acessibilidade e Cidadania)
Lançamento do plano municipal de acessibilidade
Apresentação - Desafios, soluções e sugestões para uma cidade mais acessível, por Alarico Moura

Apresentações Artísticas:
Grupo Corpo em Movimento – Dança em Cadeira de Rodas
Basquetebol em Cadeira de Rodas
Hip Hop para Terceira Idade com Grupo Arte de Dançar
Projeto Gugu

Atendimento:
Atividades recreativas para Crianças
Atendimento Saúde ANDEF com aferição de pressão e glicose
Atendimento Coordenadoria de Acessibilidade

STAND AFR (Associação Fluminense de Reabilitação) com informações
e atendimento

Stand APAE
STAND OAB - Núcleo de Atendimento a Pessoa com Deficiência
Banda da APAE


10:00 às 10:30 - Abertura oficial da Semana da Mobilidade;
Coletiva de imprensa com prefeito Rodrigo Neves e vice-prefeito Axel Grael

11h às 13h: Passeio ciclístico pelas ciclovias temporárias

Durante toda a semana a área central da cidade contará com aproximadamente 10km de ciclovias demarcadas com cones.

19h às 22h: CICLOCINE. Mostra de vídeos e debates sobre bicicleta e mobilidade urbana.  Calçadão da praia de Icaraí, em frente ao Clube Regatas 


22/09 – DOMINGO: DIA MUNDIAL SEM CARRO

Araribóia


7h às 8h - Concentração nas barcas para participar do passeio ciclístico no Rio de Janeiro. A concentração no Rio de Janeiro será no Monumento dos Pracinhas entre 8h e 9h.


Praia de São Francisco

7h às 18h - A praia de São Francisco ficará fechada para veículos motorizados e seu espaço será utilizado para atividades de conscientização e esclarecimentos sobre a mobilidade urbana.